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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Entrevista com Ingrid Ferreira (Mamãe)

Meninas então a entrevista da Ingrid saiu *------* espero que vocês gostem minhas florzinhas. Muito obrigado pela entrevista flor adoro você e o Davi lindo *--* 

Como é pra você ser mãe de um menino?
Ah, ser Mãe de menino é maravilhoso. Era meu sonho e estou super realizada!
"Ser mãe de menino é aprender a jogar bola, brincar de carrinho, Ser mãe de menino é sentir-se uma princesa protegida de monstros e bicho papão, É descobrir que a cor azul é tão bonita quanto a rosa". Enfim eu amo deeemais ser Mãe do meu Davi!
Defina seu parto em algumas palavras.
Difícil, dolorido, "traumatizante" e MARAVILHOSO!
O que você sentiu quando olhou para o seu filho pela primeira vez?
Foi o momento mais especial da minha vida, nossa é difícil de explicar é tão maravilhoso ver aquele rostinho todo sujinho, chorando e você saber que ele é seu, que nasceu de você. Ah, é uma emoção muito grande. Vou me lembrar desse momento pra sempre!
Quem esteve a todo momento com você no hospital?
 Bom, era pra ser minha Mãe por que íamos pagar um quarto particular e tal mais infelizmente por negligencias do hospital, deu tudo errado. Enfim, fiquei sozinha no hospital ;/
Com quem você acha que ele se parece?
Cada um diz uma coisa, mais eu acho que ele se parece muito comigo!
Como foram os primeiros dias do Davi em casa? Ele era chorou ou tranquilo?
Foi ótimo  minha mãe e minha vó me ajudaram muito, no começo não fazia nada mais depois fui pegando o ritmo. Ele é super tranquilo, só chora quando ta com fome ou calor. Sempre foi assim desde que nasceu!
Você sentir falta de está grávida?
Estar grávida em geral não sinto muito, tipo sentir azia, dores e tal num sinto não, rs. Mais sinto muuuita falta do meu barrigão! ;/
Como foi pra você amamenta seu filho pela primeira vez? 
A primeira vez foi meio trágico não consegui amamentar de jeito nenhum e o Davi sempre muito guloso gritava demais, mais dai na segunda em diante foi maravilhoso. É um momento único, depois que dei de mamar pela primeira vez que me senti MÃE de verdade!
Quais conselhos você dará para o Davi quando ele estiver maior?
Sou péssima de conselhos tenho que treinar isso ainda, rs. Mais pretendo dar os melhores possíveis, pra ele não quebrar a cara como eu já quebrei varias vezes!
Se você fosse uma super mãe com super poderes. Que poder escolheria ter?
Ah, pergunta difícil essa acho que eu queria ter todos! rs .. Serio, queria ter um poder que eu pudesse proteger meu filho desse mundo, de doenças, pessoas más e etc!
Pretende ter mais filhos futuramente?
Futuramente acho que sim, ser filho único deve ser muito ruim. Antes eu pensava em ter variiiios, mais agora sei o quanto é difícil. Pretendo planejar um daqui uns 10 anos por aê!
Que tipos de sonhos você tem para o Davi?
Ah, os melhores né. Que ele estude, se forme, seja dependente, construa uma família e que curta bastante!
Como está sendo ser mãe de primeira viagem?
Ta sendo uma experiência única, to amando ser Mãe é a melhor coisa do mundo. Aprendo cada dia mais com o Davi, sem querer me gabar mais me acho uma Excelente Mãe! rs
Como você é vista nas ruas quando sair com o Davi por ser mãe adolescente?
Em pleno século XXI ainda sou julgada, fico impressionada como existem pessoas assim. Me olham torto, comentam .. Mais por mim podem falar e fazer oque quiserem, mesmo com muita vontade de xingar apenas ignoro! u.u
Qual conselho você dá para as mães que não tem muita maturidade em relação à criação dos seus filhos?
Acho que a maturidade vai surgindo desde quando o bebê nasce. Pelo menos comigo foi assim!
Qual mensagem você deixaria para seu filhinho?
Filho .. Você foi, é e sempre será a pessoa mais Importante da minha vida. Agradeço a Deus todos os dias por ter me dado você.
Hoje olhando pro seu rostinho vejo como valeu a pena, tudo que passei, os julgamentos, as dores, as complicações que tive quando você estava aqui dentro de mim, só Deus sabe o quanto eu orava e pedia pra que nada de mal acontecesse com você e que você pudesse chegar lindo, saudável e perfeito pra me trazer alegrias, Ele me ouviu e aqui está você!
Nada se compara, é um amor Inacreditável, Incomparável, Indestrutível, um Amor Verdadeiro e Único, Obrigada por me fazer a pessoa mais realizada e feliz do mundo.
Eu te amo mais que o infinito, eu te amo pra sempre meu Passalinho!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Com quem deixar meu filho?


A difícil separação!

Quando termina a licença maternidade e a mamãe precisa retornar ao trabalho tem início um momento de grande angústia, não sem razão. Depois de meses, vinte e quatro horas ao lado do seu bebê, além da gestação, é chegada a hora da separação. 
Não é um desligamento fácil, claro!  Mas, se aos poucos a família for ponderando sobre o fato, refletir sobre as possibilidades e soluções, esse momento será logo superado e o cotidiano entra nos eixos acalmando os corações de todos.
São inúmeras as dúvidas que passam pela cabeça ao pensarmos nas questões: Com quem deixar meu filho? Qual a melhor opção? Ele vai sofrer? Berçário, babá ou vovó? Devo parar de trabalhar?
Não há uma única resposta. Vai depender muito da idade da criança e de qual a outra opção que há para ela. Claro que se houvessem condições de estar com a mãe, disponível integralmente ao bebê, não vamos negar que é uma excelente e melhor opção até por volta de um ano de idade. O afeto e estímulo materno são muito importantes nesta etapa. Entretanto, se a mãe não tem como se dedicar à criança, ou porque trabalha fora ou mesmo em casa precisando deixá-la no berço, ou em outro espaço enquanto lida com os afazeres, há opções mais adequadas. 
Apesar da dificuldade e sofrimento, os pais não devem sentir-se culpados por ter que delegar os cuidados a outras pessoas. 
O importante é que se sintam seguros com a escolha. Quando a criança está sendo bem cuidada e estimulada, ela está tendo um dia rico e de efetivo desenvolvimento. De forma alguma isso fará mal a criança. 
 O que importa é a qualidade e não a quantidade do tempo que estão juntos. Terá muito mais valor meia hora de aconchego, carinho, canções e dengos exclusivos do que um dia todo ao lado da criança sem poder estar efetivamente com ela. 
Mas, e a vovó?
Amor de avó é uma delícia! Claro que ela tem muito amor para dar, somente boas intenções e uma sabedoria única. Mas (sempre o mas), há o risco de a família entrar em conflitos, sem necessidade. A começar pela escolha –  normalmente são duas avós. Até a escolha de uma delas pode significar um problema. Outra situação comum, um agravante, é que os pais podem discordar da maneira como a vovó, ou mesmo outro parente, cuida da criança e seria constrangedor repreender ou dispensar seus cuidados. 
E a babá?
As babás, muitas vezes passam a fazer parte do núcleo familiar. Quando um bebê requer cuidados especiais ou também por opção dos pais que pretendem adiar um pouco a ida da criança para a escola pode ser uma boa escolha, desde que muito cuidadosa. A babá deve ser bem preparada, deve conhecer o desenvolvimento infantil, a fim de que colabore com o desenvolvimento adequado e não seja simplesmente uma cuidadora, que fica observando se a criança está em segurança e com a alimentação e assepsia em dia. 
A partir de um ano de idade a convivência com outras crianças e profissionais adequados para observar o desenvolvimento e estimular de forma correta passa a ser muito importante.
Se a opção é por um berçário, como escolher um que seja adequado, comprometido e confiável?
LEGALIDADE – Antes de qualquer coisa é preciso verificar se a escola é regularizada e se tem autorização de funcionamento. Quando uma escola é regularizada ela é também fiscalizada constantemente. 
CAPACITAÇÃO – Deve haver, no mínimo, uma pedagoga na direção – presente na escola. Os professores e demais funcionários, devem ter a capacitação necessária para cada função.  
ESPAÇO – O espaço físico deve também seguir algumas regras como cuidados com os brinquedos, arestas arredondadas, antiderrapantes e corrimões nas escadas. O material didático-pedagógico adequado a cada faixa etária, também deve ser analisado e seguro. 
FILOSOFIA E METODOLOGIA – Comprometimento com valores irrenunciáveis, afeto, programas de relacionamento e socialização da criança são áreas importantes a serem observadas. O projeto político pedagógico deve ser claro para a equipe e efetivado na prática diária. A metodologia deve ir ao encontro dos valores que a família compartilha.
INFRAESTRUTURA – Segurança, higiene, cursos oferecidos, manutenção de brinquedos e atividades extracurriculares, dentre outros. 
LOCALIZAÇÃO E CUSTO-BENEFÍCIO – Proximidade da residência e mensalidade coerente com os serviços oferecidos e possibilidades orçamentárias da família.
Crianças que frequentam escolas comprometidas desenvolvem-se tendo todas suas potencialidades desenvolvidas, com estímulos adequados a cada faixa etária. 
A brincadeira no parque ou na areia, a coordenação motora, a música, a poesia, a psicomotricidade, o ritmo, o letramento e a alfabetização são algumas das áreas estimuladas que fazem com que as crianças aprimorem suas habilidades e competências  acumulando uma bagagem que as auxiliará nas soluções de desafios e situações-problema da sua vida. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Não existe brinquedo de menino ou menina


Se a sua filhota já pediu um carrinho de presente ou se você já flagrou o seu filho brincando com a boneca da irmã, não se assuste! É normal que os pequenos queiram experimentar aqueles brinquedos que, teoricamente, não são apropriados para eles.
A questão é que isso tudo vai muito além de uma simples brincadeira: envolve a sexualidade da criança. E os pais e educadores devem saber como lidar com essas situações para não prejudicar a formação dos pequenos.
É muito comum ver pais reprimindo a vontade de seus filhos. Se uma menina gosta de jogar futebol ou está sempre brincando com moleques, isso não significa que ela vai se tornar uma mulher masculinizada, ou no caso inverso, que o menino vai ficar afeminado.
Quando a criança age assim, ela está apenas descobrindo algo novo, explorando, e isso faz parte do desenvolvimento natural deles.
Na educação sexual, os pais devem sempre se policiar para não autorizar ou proibir brincadeiras e atitudes baseados em “coisas de menina e coisas de menino”. Do mesmo modo, determinar que elas devem usar rosa e eles azul, está totalmente ultrapassado, segundo alguns psicanalistas. Eles acreditam que isto é apenas uma questão de gênero. Afinal, quem determinou que deveria ser desta forma?
As crianças devem, claro, ser orientados pelos pais. Mas é essencial que tenham livre arbítrio para fazer suas escolhas. Essa diferença na criação de meninos e meninas só cria uma expectativa nos pequenos quanto ao papel que devem assumir e impede que se desenvolvam normalmente.
Os adultos devem lembrar que meninos e meninas têm algumas diferenças, mas têm inúmeras semelhanças. Há muitos tabus em torno disso que precisam ser quebrados. Um deles, é que menino não deve chorar.
Em primeiro ligar, é preciso que os adultos compreendam que essa história que “meninas devem ser deste jeito e meninos daquele”, nem sempre é verdade. E essa mesma idéia deve ser transmitida para seus filhos, para que eles aprendam a conviver juntos e aceitar as pequenas diferenças.
Para quem precisa de uma ajuda reforçada para entender e aceitar as diferentes entre garotos e garotas, uma boa leitura é o livro Menino brinca de boneca?, de Marcos Ribeiro. Ele é dedicado à reeducação das crianças e aos seus papéis na sociedade, em função de seus sexos.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Divórcio sem traumas: sonho ou realidade?


Sabe-se que o divórcio é uma espécie de ruptura no sistema familiar, trazendo uma série de mudanças na estrutura e nos relacionamentos, tanto para o casal quanto para os filhos. Quando um divórcio acontece, pressupõe-se que já se esgotaram todas as possibilidades de convivência. Os conflitos não puderam ser resolvidos e as crianças, por menores que sejam, percebem o nível de tensão emocional entre os pais.
A separação exige uma mudança na maneira de funcionamento das famílias, provocando uma nova definição da vida familiar. Esse período é extremamente delicado e torna-se primordial um tempo considerável de reorganização.
Os pais precisam compreender que o término do vínculo a dois, apesar de ser difícil e delicado no começo, pode ser a garantia da qualidade das relações de convivência entre os familiares. Para isso, é importante dedicar o máximo de tempo às crianças durante o processo. Quanto melhor o casal souber lidar com suas diferenças e quanto mais seguros estiverem sobre suas decisões, estarão mais preparados para lidar com confiança nas questões dos filhos.
No momento da separação, é freqüente a dúvida dos pais em relação à atitude que devem tomar: contar ou não contar a verdade às crianças? De acordo com a psicóloga Fernanda Menezes Mendes, a verdade é sempre libertadora. “Ela dá segurança, apóia e sustenta, mesmo em um momento difícil como este”.
Segundo ela, conversar é o melhor remédio. “São preciosos para os filhos todo o tempo e atenção que puderem ser dispensados a eles, com conversas francas e as explicações necessárias sobre tudo o que está acontecendo”, completa. É comum que as crianças tenham, nesses momentos, a sensação de perda e fiquem fragilizadas com a situação, devido à ausência de um dos pais em casa. Portanto, é comum aumentar o nível de exigência da atenção de quem fica.
Independente do estágio em que ocorre o divórcio, se os filhos são bebês ou um pouco maiores, a mãe e o pai precisam ter claro, sempre, que são os responsáveis pelos pequenos, ou seja, o papel dos pais não muda em nada com a separação.