Mostrando postagens com marcador Corpo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Corpo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Piercing de umbigo para grávida? Sim existe!

Sim meninas, existe sim piercing de umbigo para as grávidas. Estava fazendo uma pesquisa no tio google e vi alguns modelos de piercings paras as grávidas. Sinceramente? Achei estranho kk mas super interessante pra mim é uma super novidade, nunca tinha visto antes. Vamos lá para as informações? Para quem ficou interessada tem mais modelos no tio google, basta da uma olhadinha lá. Eai você usaria? Deixe seu comentário. Beijoooos

Informações 

Uma jóia desenvolvida especialmente para umbigo de gestantes, o "Pregnancy Piercing (piercing para grávida) é feito com uma haste flexível, mais comprida que as jóias comuns, de um material não metálico e bio-compatível. Segundo o fabricante, o material é o mesmo usado em perfurações de superfícies mais profundas, chamadas de "surface piercing". A haste pode ser cortada do tamanho ideal da perfuração, e as duas esferas são removíveis. A maior vantagem dessa jóia no entanto é que ela pode permanecer no local mesmo durante o parto, pois não possui partes metálicas em sua composição. 

Modelos de alguns piercings para grávidas



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Infecção por cândida (candidíase) na gravidez



Estou com corrimento. Pode ser candidíase?

É normal ter mais corrimento vaginal na gravidez, desde que ele não tenha cheiro forte e não seja grosso. 

Veja quais são os sintomas da candidíase: 
  • secreção vaginal densa, branca e cremosa
  • coceira, ardor ou vermelhidão na região da vagina e do ânus
  • dói na hora de ter relações sexuais
  • arde na hora de fazer xixi


Como se pega candidíase?

As infecções vaginais são bem comuns na gravidez. A candidíase é causada por um minúsculo fungo chamado Candida albicans. Esse organismo vive no trato intestinal dos homens e das mulheres, e em quase um terço das mulheres ele também aparece na vagina. A questão só vira problema quando sua quantidade ultrapassa a de outros microorganismos rivais. Durante a gestação, a região vaginal é rica em glicogênio, uma substância que promove o crescimento desse fungo -- daí uma mulher grávida ser dez vezes mais suscetível à candidíase do que quando não está esperando bebê.


Dá para tratar a candidíase por conta própria?

Se achar que está com candidíase, avise seu médico. Ele provavelmente vai receitar algum supositório vaginal em forma de óvulos ou creme vaginal adequado para seu estágio de gravidez, o que amenizará a coceira e a irritação na área. Não use nenhum medicamento no local sem antes ter falado com o ginecologista/obstetra. Se a candidíase aparecer nos primeiros três meses de gestação, é possível que o médico não queira usar nada. Veja algumas sugestões para ajudar a aliviar os sintomas:
  • Coloque compressas frias de chá de hamamélis ou camomila na área, ou ainda gelo.
  • Iogurtes naturais ou bebidas com lactobacilos vivos pode ajudar a recuperar o equilíbrio microbiano da flora vaginal, embora haja certa polêmica quanto a sua eficácia. Como são produtos inofensivos, você pode tentar. Outra possibilidade é passar um pouco do iogurte na região afetada.
  • Use calcinhas de algodão e evite calças apertadas.
  • Evite usar protetores de calcinha perfumados.
  • Diminua o uso de sabonetes, mesmo os íntimos. Lave só com água ou chá de camomila.
  • Experimente dormir sem calcinha e de camisola, para a região respirar melhor.
  • Não fique muito tempo com o biquíni molhado e evite banhos de imersão quentes.

A candidíase afeta o bebê?

Não. A infecção por cândida na mãe não prejudica o bebê. Se você ainda tiver candidíase no momento do parto, há uma pequena chance de contágio quando a criança passar pelo canal vaginal. 

A infecção por cândida em recém-nascidos provoca feridinhas brancas na cavidade oral do bebê (o chamado sapinho), e o problema pode, por sua vez, ser transmitido para os seios da mãe. Isso causa sensibilidade na área e pode atrapalhar a amamentação. A infecção por cândida, no entanto, não é grave e é facilmente tratável. 

Talvez você repare que, como muitos outros sintomas, a candidíase aparece e desaparece durante a gravidez. Embora inconveniente e desconfortável, tente lembrar de que ela não vai fazer mal a você ou ao bebê. 

Outro detalhe é que às vezes o consumo de alimentos muito ácidos, como frutas cítricas, pode provocar sintomas semelhantes aos da candidíase. Por isso vale a pena evitar um pouco esse tipo de comida quando você apresentar sinais da infecção.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Orgasmo e posições: tire 10 dúvidas sobre sexo na gravidez

A gravidez é um período de mudanças físicas e psicológicas que geram uma série de dúvidas para as mulheres e seus parceiros. Além dos novos hábitos alimentares, ansiedade com a chegada do bebê e alguns desconfortos, é preciso atenção para não deixar a vida sexual de lado. Afinal, fazer sexo durante a gravidez pode machucar o feto? Quais as melhores posições sexuais durante a gestação? É verdade que o desejo diminui nessa fase? Para responder essas e outras dúvidas, o Terra conversou com especialistas no assunto e descobriu que fazer sexo nos meses que antecedem o parto não é um bicho de sete cabeças. Confira a seguir.
O sexo durante a gravidez é seguro e liberado?
Sim, Se for uma gravidez normal, o sexo é seguro, liberado e recomendado. “Existem trabalhos científicos que mostram que o sexo é bem vindo na gravidez, tanto fisicamente como emocionalmente. A gestação ocorre durante o exercício da sexualidade e por isso, manter esse exercício é manter um vínculo efetivo do casal”, explica ginecologista, obstetra e sexóloga Ana Paula Junqueira Santiago, do Hospital São Camilo.
De acordo com a ginecologista, se você restringir a sexualidade durante esses nove meses, acaba limitando o relacionamento. “Por isso, quando o obstetra contraindica, é importante que ele mostre que existem maneiras de ter uma relação sexual sem penetração justamente para não acabar com essa troca de olhares e carinho”.
O desejo pode diminuir ou aumentar com a gestação?
Sim. A mulher passa por várias fases durante a gravidez, com mudanças físicas e emocionais.
Até o 3º mês: nesse período, há uma diminuição do desejo por uma questão física, hormonal e psicológica. Com as mudanças hormonais, o corpo responde muitas vezes com náuseas, cansaço, inchaço, sono e situações que dificultam as relações. Além disso, a ansiedade, insegurança e medo de perda também influenciam. “O aborto espontâneo é uma condição mais comum no primeiro trimestre. Existe o mito de que a sexualidade favorece essa perda. Apesar de não ser verdade, a partir do momento em que a mulher descobre a gravidez, só deve ter relações quando for liberada por um médico”, orienta Ana Paula.
Do 3º ao 6º mês: nessa fase, a sexualidade melhora em 80%. Isso porque, os desconfortos do primeiro trimestre diminuem, aumenta a disposição, melhora a autoestima, os seios crescem e a pele e o cabelo ficam mais bonitos. Além disso, há uma adaptação com as mudanças hormonais e a mulher começa a sentir movimentação do feto, o que melhora a confiança na gestação.
Do 6º ao 9º mês: o final da gravidez é marcado por inchaço, limite máximo físico, cansaço e ansiedade com a chegada do bebê. Nessa fase, o melhor é conversar com o parceiro e entender os limites de cada um. “O histórico de sexualidade também influencia. Existem as alterações físicas e hormonais, mas a mulher que tem uma familiaridade menor com o sexo ou não aprendeu a gostar, vai ter a gravidez como pretexto para deixar de se envolver com o parceiro”, explica a terapeuta sexual Walkíria Fernandes.
É verdade que o pênis pode machucar o bebê?
Não. Durante a relação, o pênis é introduzido no canal vaginal enquanto o embrião fica na cavidade intrauterina, protegido por uma bolsa de líquido amniótico. Da cavidade do útero até o canal vaginal, tem o colo uterino. Então não é possível que o pênis tenha contato com o bebê.
O orgasmo pode estimular o parto?
Não, desde que a gravidez esteja em condições normais. Essa dúvida pode surgir porque durante o fim do segundo trimestre e começo do terceiro, é comum que as mulheres tenham contrações após fazer alguns exercícios. “São chamadas de contrações de Braxton Hicks e não são dolorosas. Como as mulheres percebem após a relação, podem achar que o sexo faz mal, mas não é verdade”, explica Ana Paula.
Quais problemas podem restringir a vida sexual da grávida?
Sangramento é o primeiro sinal vermelho. Se a gestante tiver perda de sangue precisa evitar a relação até orientação médica. Outros fatores que restrigem a vida sexual durante a gravidez são incompetência istmo cervical - quando o colo fica aberto e pode provocar aborto -, rotura de bolsa – que diminui a proteção do feto -, e deslocamento prematuro da placenta. “Há também fatores relativos, como infecções urinárias, viroses, quadros em que a paciente precisa fazer repouso, preparo para exames do pré-natal, depressão ou anemia. Nesses casos, pode namorar, mas o pênis não pode penetrar na vagina. As carícias e masturbação estão liberadas”, aconselha Ana Paula.
Quais as melhores posições sexuais?
Cada casal tem um hábito sexual, mas durante a gravidez é preciso procurar posições que não prejudiquem a mulher ou causem desconforto. “O importante é não fazer peso na barriga e não escolher posições em que o encaixe é mais profundo, como a de quatro”, aconselha Walkíria. Por isso, a mais recomendada é a posição de lado, em que a mulher pode ter a ajuda de um travesseiro para apoiar a barriga e consegue controlar a penetração.
O sexo anal é proibido durante a gravidez?
O sexo anal não é proibido durante o período gestacional, mas merece cuidado redobrado porque aumenta o risco de infecções. Portanto, o indicado é sempre usar preservativo e lubrificante. “Outra dica importante é beber muita água e fazer xixi antes e depois da relação, tanto o homem quanto a mulher. Isso ajuda a manter a via urinária limpa e evita problemas”, afirma Ana Paula.
É mais difícil ter orgasmo durante a gravidez?
Sim. No geral, as mulheres têm mais dificuldade para relaxar e atingir o orgasmo durante a gravidez, mas não é uma regra. “O contrário também pode acontecer. Algumas mulheres têm orgasmo pela primeira vez durante esse período. Normalmente, aquelas que tiveram medo de engravidar a vida toda aproveitam essa fase para relaxar mais no sexo”, conta a obstetra.
Como lidar com as mudanças físicas para se sentir sexy durante a gravidez?
Algumas mulheres se incomodam com os quilinhos a mais, as mudanças do corpo e se sentem menos sexy durante a gravidez. Nessa hora, o melhor é se identificar com a situação e incorporar a nova identidade. “Gravidez não é doença, mas altera os hormônios e traz mudanças. O seio passa a ser peito, a barriga cresce, mas é temporário. É importante entender que esse é um período transitório e que ela está usufruindo do corpo de outra forma, para gerar uma vida”, aconselha Walkíria.
Quando voltar a ter relações após o parto?
Tudo depende da via de parto e do pós-operatório. No geral, as mulheres estão liberadas para as relações sexuais cinco semana após o nascimento do bebê. Nessa fase, segundo Ana Paula, é importante que a mulher escolha as posições e o parceiro respeite os limites, porque o hormônio que produz leite diminui a lubrificação vaginal.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Testes de gravidez: dá para confiar?


Os testes de farmácia são confiáveis desde que observadas suas especificações.

Frio na barriga. É o mínimo que uma mulher sente na hora de confirmar uma gravidez. E antes de procurar um médico para realizar o exame laboratorial, quase toda mulher realiza o teste em casa através da urina. E muitas vezes repetem o exame 2, 3, 4 vezes até ter certeza que o resultado está correto. Afinal, dá para confiar nos testes feitos em casa? Ou para ter certeza mesmo só realizando o exame de sangue?
Nas farmácias é possível encontrar dezenas de marcas diferentes de testes. A grande vantagem é que esse tipo de exame feito em casa tem baixo custo, é fácil de realizar e o resultado é confiável. Basicamente, todos funcionam da mesma forma, medindo a quantidade de HCG, o hormônio gonadotropina coriônica, produzido durante a gravidez e presente na urina da gestante. 
A grande diferença entre os produtos, que pode ter uma variação significativa de preços, é a sensibilidade do teste (nem sempre os mais caros são os mais sensíveis). Algumas marcas conseguem detectar níveis bem baixos do hormônio, até 12 dias após a ovulação. Nesses casos, a confirmação da gravidez pode acontecer antes mesmo do atraso da menstruação. Outros testes, não tão sensíveis, só devem ser realizados a partir do primeiro dia de atraso do ciclo menstrual, ou seja, cerca de 14 dias após a ovulação. 

Se o resultado do teste de farmácia der positivo é praticamente certeza que a mulher está gravida (em alguns casos pode ter ocorrido a fecundação, mas a gravidez pode não ter evoluído). E em caso de resultados negativos, como indicam as instruções nas embalagens, o teste deve ser repetido dentro de alguns dias, especialmente se tiver sido realizado logo nos primeiros dias após o atraso da menstruação.
A necessidade de repetir o exame não significa que o primeiro teste deu erro. O que ocorre é que o nível de HCG vai subindo durante a gestação (ele dobra a cada dois dias). Dessa forma, o hormônio pode não ter sido detectado na primeira análise de urina, mas em um ou 2 dias já pode ter aumentado a ponto de ser detectado no teste.
Outro motivo para repetir o exame dentro de alguns dias é que o corpo da mulher nem sempre funciona como um reloginho. E é impossível saber a data exata da ovulação. Mesmo mulheres com o ciclo bem regular podem ter variações de alguns dias em determinados meses, sendo impossível determinar o dia exato da fecundação.
Já o teste laboratorial é feito através de analise de sangue e aponta a presença de uma fração do hormônio HCG, chamada de Beta (BHCG). É bastante sensível e preciso e pode ser realizado a qualquer hora, diferente de alguns testes de farmácia que devem ser realizados com a primeira urina do dia, que é mais concentrada.
A grande diferença é que o exame de sangue pode ser qualitativo ou quantitativo. O primeiro aponta apenas se o resultado é positivo ou negativo. Se o médico solicitar o exame quantitativo, é possível não apenas confirmar a gravidez como também avaliar a idade gestacional de acordo com a quantidade de hormônio encontrada.
O exame laboratorial considera que acima de 25 IU/l de HCG a mulher está gravida, enquanto a maioria dos exames de farmácia só detecta a presença do hormônio acima de 50 IU/I (alguns testes mais sensíveis conseguem detectar acima de 20 IU/I na urina). Em geral, o exame laboratorial pode ser realizado até de 12 dias após a ovulação. 
Diferente dos testes de farmácia, que mostram o resultado em apenas alguns minutos, o resultado do exame de sangue pode demorar algumas horas ou até dias, dependendo do laboratório onde foi realizado.
Há ainda outro exame, o de toque, feito pelo ginecologista no consultório, que pode detectar a gravidez. Geralmente o médico pode observar alguns sinais que indicam a gestação, como alterações na textura do colo uterino e no tamanho e formato do útero. Em casos de suspeita, o ginecologista costuma solicitar o exame laboratorial para confirmar a gestação.

sábado, 26 de maio de 2012

Quarentena: mitos e verdades


Quarentena ou resguardo são nomes populares para designar o puerpério, etapa da vida da mamãe que começa depois do nascimento do bebê. Além dos cuidados com o novo membro da família, a mamãe precisa também cuidar da sua recuperação pós-gestação e pós-parto.
Existem verdades e mentiras em torno dessa fase. O ideal é procurar o seu médico obstetra e ter uma boa conversa para que todas as dúvidas sejam esclarecidas.
O puerpério pode ocorrer até a sexta ou oitava semana pós-parto, período onde os órgãos reprodutivos voltam totalmente ao seu estado normal, como o útero, que durante a gestação cresce 50 vezes o seu tamanho e precisa desse tempo para se recuperar.
A região onde a placenta se encontrava ficam pequenas feridas que se cicatrizam durante o puerpério. Se esse período não for respeitado, as feridas não cicatrizam e a mulher corre o risco de ter uma infecção. Febre é um sintoma de infecção. Se isso ocorrer, vá imediatamente ao médico, recomendação feita também caso o sangramento normal após o parto não diminuir até o 40º dia.
Vida de mamãe não é fácil - A episiotomia (corte entre o ânus e a vagina para facilitar a passagem do bebê) pode ser necessária durante o parto normal. São dados alguns pontinhos, portanto, a região pode ficar inchada e dolorida. Para aliviar o inchaço, é aconselhável colocar uma bolsa de gelo.
Se a dor aparecer na hora de ir ao banheiro, o médico pode indicar laxantes para facilitar as primeiras evacuações. Lembre-se, mamãe: a realização da higiene é mais do que necessária, fazendo um banho de assento com produtos recomendados pelo médico.
As atividades do dia-a-dia devem ser retomadas aos poucos; a mamãe precisa descansar. Dormir é essencial para evitar cansaço e irritação. Isso não quer dizer que necessite ficar deitada a quarentena inteira. Os exercícios que a mulher faz para sentar, levantar e andar estimulam a musculatura abdominal a voltar ao normal – depois de 15 dias a musculatura já recupera 70% da sua forma anterior.
Carregar peso, como o filhote mais velho, deve ser evitado pelo menos nos primeiros 30 dias.
Verdade ou mentira? - Dois mitos muito difundidos são que nesse período não há chances de engravidar e que não se deve lavar a cabeça. Quanta mentira. Embora a possibilidade engravidar possa estar reduzida por causa da amamentação, o risco existe, sim, e por isso a prevenção é necessária. E já no primeiro dia a mamãe pode lavar a cabeça.
Mais uma verdade: o cabelo cai devido à alteração da taxa de alguns hormônios da mulher nessa fase. Fique tranqüila, é algo passageiro. Respeitando as transformações do seu corpo, o puerpério passará sem maiores transtornos e preocupações. E pensar que o papai não sofre nada disso. Pode?
Cuidados - A dor é o termômetro do esforço da mamãe. É a própria mulher quem vai impor o limite na sua vida diária. Normalmente, em 45 dias a mulher já faz os serviços de casa sem dificuldade. Exercícios físicos são proibidos. Nadar e caminhadas somente depois de 45 dias. Ginástica e corrida depois de dois meses e para os esportes coletivos deve-se esperar três meses.
O ato de dirigir um carro, pisando nos pedais, requer o trabalho da musculatura abdominal e do períneo (região entre o ânus e a vagina), prejudicando a cicatrização, e isso impede a mulher de dirigir no primeiro mês pós-parto.
Outro impedimento no primeiro mês é o sexo. Os vasos do útero onde antes ficava a placenta estão abertos, como já comentado, e há risco de contaminação e infecção. O atrito do pênis durante a penetração também causa dor. O sexo deve começar devagar e gradualmente.
Dicas
Realize uma alimentação rica em fibras e líquidos para estimular o intestino e evitar gases.
O motivo dos seios racharem e ficarem muito doloridos pode ser a pega errada do bebê. Peça orientação.
Ficar triste e cansada é normal, mas se isso interferir no seu dia-a-dia e nos cuidados com o bebê, informe ao seu médico.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Amamentação para iniciantes parte 2


Como enfrentar as dificuldades 

Algumas mulheres se adaptam à amamentação com rapidez e sem enfrentar grandes dificuldades. Mas muitas mães de primeira viagem acham o processo complicado. 
Por isso, se você estiver se sentindo um tanto desanimada, lembre-se de que não é a única. Antes de desistir, converse com seu médico e com amigas que estão amamentando ou já amamentaram. 
O seu fórum dos bebês do mesmo mês é um ótimo lugar para tirar dúvidas e trocar experiências. 
O aleitamento requer prática. Tenha paciência e encare cada mamada como mais uma experiência para o seu aprendizado. Experimente novas posições, pois às vezes o bebê se dá melhor pegando o seio por outro ângulo. E lembre-se de que a maioria dos problemas relacionados à amamentação é temporária. 
Procure ter paciência. Às vezes pode parecer mais reconfortante dar logo uma mamadeira de fórmula de leite e ver que o bebê está se alimentando. Não ceda de primeira a essa possibilidade, mesmo que seja sugestão do médico ou da enfermeira. Insista tudo o que puder na amamentação. Se não der mesmo, aí você sempre terá a possibilidade de recorrer à mamadeira. 

De quanto em quanto tempo preciso dar de mamar? 

Nos primeiros dias, ofereça o peito ao bebê sempre que ele chorar, ou demonstrar que quer mamar ("procurando" o peito, fazendo biquinho, "mamando" o braço ou a roupa). A produção de leite é estabelecida pelo estímulo da boquinha do bebê. Quanto mais ele sugar, mais leite você vai produzir. 
Com o tempo, você vai saber quando o bebê está bem alimentado e vai poder começar a criar uma rotina de mamadas para ele. 
O normal é dar de mamar de 8 a 12 vezes durante as 24 horas do dia. Os especialistas recomendam que, nos primeiros dias, enquanto ainda não se souber se o bebê está ganhando peso, você não deixe o bebê dormir mais de quatro horas seguidas sem mamar. 
Se o bebê não quiser acordar de jeito nenhum, você pode tirar a roupinha dele e, em último caso, dar um banho. Mas, assim que o pediatra se certificar de que o bebê está ganhando peso bem, ele deve liberar você para deixar o bebê porperíodos mais longos sem mamar, caso ele esteja dormindo. 

Amamentar faz tanta diferença assim? 

Sim, amamentar faz muita diferença. O leite materno é o melhor alimento para o bebê. Esse é o consenso entre médicos e cientistas do mundo todo. É verdade que nem sempre a amamentação é fácil. 
Com um pouco de paciência e bastante informação você, como tantas outras mães que enfrentam dificuldades no começo, tem todas as chances de dar o peito com sucesso ao seu bebê. 

Veja abaixo alguns bons motivos para fazer de tudo para dar o peito ao bebê: 



O leite materno faz com que o bebê tenha menos risco de ficar doente no primeiro ano de vida. Ele terá menos chance de ter doenças chatas e perigosas como gastroenterite, pneumonia, bronquiolite, infecção urinária e até dermatite. 


Dar o peito faz bem para a mãe também. Além de gastar calorias, ajuda a proteger você contra alguns tipos de câncer, como o de mama e o de ovário. Também protege contra a osteoporose. 


O leite materno é um alimento completo, que contém pelo menos 400 nutrientes, além de hormônios e substâncias que combatem doenças, e que não podem ser encontradas na fórmula artificial. Também vai se adaptando às necessidades do bebê conforme ele cresce. 


A amamentação ajuda a construir a relação entre você e seu filho. Ao amamentar, existe um contato único do bebê com sua pele, seu cheiro e seu aconchego. 


O leite materno é de graça. E as fórmulas infantis pesam bastante no bolso.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o governo brasileiro recomendam a amamentação exclusiva nos primeiros 6 meses de vida das crianças, e a manutenção do leite materno na alimentação até 2 anos de idade ou até mais. 

Amamentação para iniciantes parte 1



Direto ao ponto: o que é essencial saber 

Antes de qualquer coisa, conheça os pontos básicos da amamentação:


Quando o bebê pega o peito direitinho, a amamentação não deve doer.
O bebê tem de colocar quase a aréola inteira dentro da boca para mamar.
Quanto mais o bebê sugar, mais leite a mãe vai produzir.
O tamanho do peito não tem nada a ver com a produção de leite.
Um peito que produz leite suficiente não necessariamente fica vazando.
O leite de verdade só aparece três ou quatro dias depois do parto. É assim com todas as mulheres. O que vem antes, o colostro, é ótimo para o bebê, mas a quantidade é pequena mesmo.
É normal o bebê perder cerca de 10% do seu peso nos primeiros dias. Ele nasce com uma "reserva" e volta a ganhar peso conforme o leite desce e ele se acostuma com a amamentação.


Preparando-se para amamentar 

O seu próprio corpo é o principal responsável pela preparação dos seios para a amamentação, portanto o mais importante mesmo é preparar seu espírito. Para isso, o melhor a fazer é se informar o máximo possível sobre o assunto antes de o bebê nascer.
Esteja preparada para as dificuldades, mas não precisa ficar apavorada. Use toda a ajuda possível enquanto estiver na maternidade, pois lá há pessoas especializadas e que cuidam disso todos os dias. Faça perguntas e tire todas as dúvidas que passarem na sua cabeça.
Não dá para saber durante a gravidez se você vai ter bastante leite ou não. O tamanho do seio e o fato de o peito já ter vazado ou não não têm nada a ver com a produção de leite depois que o bebê nasce.
Leia desde já também sobre situações especiais: quem fez redução de mamas, pôs silicone ou tem mamilos planos ou invertidos certamente tem muitas dúvidas. 

Preciso comprar alguma coisa? 

Você não vai precisar de nenhum equipamento especial (dá para se virar sem eles). Mas talvez valha a pena já ter em casa absorventes para seio, pomada de lanolina pura e conchas de silicone que deixam o mamilo "arejando", além de ajudar na formação do bico.
Sutiãs de amamentação também são práticos. Tenha pelo menos dois, porque eles precisam ser lavados com frequência (ficam com cheiro de azedo!).
A poltrona de amamentação também não é essencial. Você pode se ajeitar no sofá, na cama ou numa poltrona comum. Importante é ter uma mesinha ao lado para apoiar o paninho e um copo d'água para você.
Também não precisa pensar em comprar bombinha para ordenhar o leite enquanto ainda estiver grávida. Espere para saber se terá necessidade e como vai fazer para continuar a dar de mamar quando voltar a trabalhar.

Como amamentar 

Em primeiro lugar, saiba que não é preciso lavar nem limpar o peito antes de dar de mamar.
Cada mamada pode durar de meros 5 minutos a até 40. Tudo depende da criança. No começo é mais demorado, mas com o tempo a criança pega a prática e mama mais rápido.
Certifique-se de escolher um local bem confortável antes de começar. O ambiente é muito importante, especialmente nos primeiros dias da amamentação, quando você ainda está se adaptando e aperfeiçoando a técnica.
Se você é do tipo de pessoa que se distrai fácil, procure um lugar mais tranquilo para sentar. Por outro lado, caso ache que vai ficar entediada na solidão, sente-se na frente da televisão. O ideal é ir testando diferentes locais da casa até achar um que funcione para você. Relaxamento é a palavra-chave aqui.
Segure o bebê de modo que seus braços e suas costas não fiquem doloridos. Diz-se que é preciso "levar o bebê ao seio", e não "levar o seio ao bebê".
Tenha travesseiros e almofadas (não precisam ser necessariamente especiais para amamentação) por perto. Encontre uma posição boa para você e para o bebê antes de iniciar.
O segredo para a amamentação sem dor é uma boa "pega" (diz-se "péga"). A pega correta requer que o bebê abocanhe o mamilo e uma boa parte da aréola. O ideal é que não dê para ver quase nada da parte mais escura do seio fora da boca do bebê.
Se estiver doendo, interrompa a mamada colocando o dedo mínimo entre a gengiva da criança e o mamilo, para desfazer o vácuo, e comece de novo. Uma vez que a boca do bebê esteja bem encaixada, ele se encarregará do resto. 

Possíveis problemas 

Embora as mulheres há séculos deem de mamar para seus filhos, o início nem sempre é fácil. Nas primeiras seis semanas, à medida que a produção de leite se ajusta e o bebê aprende a mamar, você poderá apresentar:


Ingurgitamento: seios cheios demais ou empedrados
Mastite: inflamação ou infecção nas glândulas mamárias, com febre acima de 38,5 graus Celsius
Dor nos seios

quinta-feira, 17 de maio de 2012

É possível engravidar se a ejaculação foi fora?

Sim, ela pode engravidar se vocês usaram o método do "coito interrompido", ou seja, você tirou o pênis da vagina antes da ejaculação propriamente dita. 
O coito interrompido não é considerado um método contraceptivo eficiente porque, mesmo antes da ejaculação, pode sair do pênis um líquido que já contém espermatozoides, embora em quantidade bem menor que no esperma que sai quando o homem goza. 
Outro problema é que o homem precisa ter muito autocontrole e concentração para conseguir tirar o pênis na hora certa. Pode acontecer de o esperma já ter começado a sair quando o pênis é finalmente retirado da vagina. 
O melhor mesmo é sua namorada fazer um teste de gravidez para acabar com a dúvida. 
E, no futuro, se vocês não quiserem engravidar, escolham um método anticoncepcional mais garantido, porque o coito interrompido não pode ser nem considerado uma forma de contracepção, de tão falho que é.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Grávida pode descolorir os pelos do corpo?

Como ainda não há muita pesquisa sobre o assunto, e portanto faltam provas científicas de que há ou não riscos, muitos obstetras optam pela cautela e recomendam que suas pacientes não usem descolorantes químicos nos pelos durante a gestação. 
Alguns deles contêm amônia na fórmula, substância potencialmente tóxica que poderia entrar na corrente sanguínea e provocar más-formações no feto (mesmo motivo que leva médicos a desaconselhar certos produtos para tingir o cabelo). 
No caso de realmente desejar descolorir os pelos, lave bem a área com água fria antes para fechar os poros e procure usar o produto pelo mínimo de tempo possível. Não se esqueça também de ficar em um local bem ventilado. 
Mulheres que têm os pelos não muito escuros conseguem clareá-los naturalmente passando chá de camomila durante alguns minutos, sob o sol. 
No caso de descolorir o cabelo, valem as mesmas recomendações. Se você quiser mesmo fazer reflexo ou mechas com descolorantes, peça ao profissional que evite o contato do produto com o couro cabeludo (usando aquela touca com furinhos, por exemplo). 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Saiba como usar a pílula do dia seguinte


Tire suas dúvidas sobre a PDS e entenda porque ela não pode ser usada como anticoncepcional

Como a pílula deve ser tomada?

Existem dois tipos. Um deles vem em dose única e o outro são dois comprimidos (um ingerido logo após a relação e outro após 12 horas). Seja qual for o tipo, deve ser usado no máximo 72 horas após a relação sexual. Quanto mais tempo demorar, menor será a eficácia.


A pílula funciona como um abortivo?

Não. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozoide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado. Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula não tem efeito algum.


Preciso de receita médica para comprar a pílula?

Sim. Embora seja possível adquiri-la nas farmácias sem prescrição. No entanto, mesmo que você dispense a receita, procurar por orientação antes é indispensável. Só um ginecologista poderá dar certeza de que o medicamento é indicado para o seu caso.


Ela pode causar efeitos colaterais?

Sim. O mais frequente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, vai ficar impossível calcular seu período fértil e o dia da sua menstruação será um verdadeiro enigma. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. No caso de vômito ou diarreia nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Quem tem organismo sensível a medicamento e está tomando a pílula com indicação médica deve pedir a indicação de um remédio contra enjoos para tomar ao mesmo tempo.


Existe contraindicação?

A pílula é contraindicada para quem sofre de alguma doença hematológica (do sangue), vascular, é hipertensa ou obesa mórbida. Isso porque a grande quantidade de hormônio pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem os vasos.


Se eu tomar repetidas vezes, ela perde o efeito?

Ela não perde o efeito, mas o risco de você engravidar aumenta. Normalmente, ele já é de 15% se você tomar depois de 24 horas de transar, contra uma média de 0,1% da pílula anticoncepcional comum.


Posso trocar a camisinha pela pílula?

Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara, o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.


A pílula do dia seguinte é também um método contraceptivo?

Não. Como o próprio nome diz, ela deve ser usada em casos excepcionais e não como um anticoncepcional de rotina, como muitas mulheres estão fazendo. A dose alta de hormônio do medicamento, cerca de 20% a mais do que o existente em uma drágea de anticoncepcional, aumenta o risco de efeitos colaterais.


Mesmo tomando essa pílula é possível engravidar?

Sim. Como todo método, há risco de falha. Como já foi dito, quanto mais cedo a pílula for tomada, maior a sua eficácia.

O uso pode afetar o aparelho reprodutor?

Pode. A curto prazo causa uma verdadeira revolução na produção hormonal da mulher. Já, a longo prazo, depende da quantidade de vezes que a pílula do dia seguinte foi usada. Quanto mais, maiores os riscos. Caso ocorra a gestação ectópica, a mulher poderá perder uma trompa e isso dificultará uma futura gestação.


Ao utilizá-la, estarei protegida até a chegada da menstruação?

Não. Terá se protegido somente da relação que aconteceu antes de ter tomado a pílula.