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sábado, 26 de janeiro de 2013

Testes de gravidez: dá para confiar?


Os testes de farmácia são confiáveis desde que observadas suas especificações.

Frio na barriga. É o mínimo que uma mulher sente na hora de confirmar uma gravidez. E antes de procurar um médico para realizar o exame laboratorial, quase toda mulher realiza o teste em casa através da urina. E muitas vezes repetem o exame 2, 3, 4 vezes até ter certeza que o resultado está correto. Afinal, dá para confiar nos testes feitos em casa? Ou para ter certeza mesmo só realizando o exame de sangue?
Nas farmácias é possível encontrar dezenas de marcas diferentes de testes. A grande vantagem é que esse tipo de exame feito em casa tem baixo custo, é fácil de realizar e o resultado é confiável. Basicamente, todos funcionam da mesma forma, medindo a quantidade de HCG, o hormônio gonadotropina coriônica, produzido durante a gravidez e presente na urina da gestante. 
A grande diferença entre os produtos, que pode ter uma variação significativa de preços, é a sensibilidade do teste (nem sempre os mais caros são os mais sensíveis). Algumas marcas conseguem detectar níveis bem baixos do hormônio, até 12 dias após a ovulação. Nesses casos, a confirmação da gravidez pode acontecer antes mesmo do atraso da menstruação. Outros testes, não tão sensíveis, só devem ser realizados a partir do primeiro dia de atraso do ciclo menstrual, ou seja, cerca de 14 dias após a ovulação. 

Se o resultado do teste de farmácia der positivo é praticamente certeza que a mulher está gravida (em alguns casos pode ter ocorrido a fecundação, mas a gravidez pode não ter evoluído). E em caso de resultados negativos, como indicam as instruções nas embalagens, o teste deve ser repetido dentro de alguns dias, especialmente se tiver sido realizado logo nos primeiros dias após o atraso da menstruação.
A necessidade de repetir o exame não significa que o primeiro teste deu erro. O que ocorre é que o nível de HCG vai subindo durante a gestação (ele dobra a cada dois dias). Dessa forma, o hormônio pode não ter sido detectado na primeira análise de urina, mas em um ou 2 dias já pode ter aumentado a ponto de ser detectado no teste.
Outro motivo para repetir o exame dentro de alguns dias é que o corpo da mulher nem sempre funciona como um reloginho. E é impossível saber a data exata da ovulação. Mesmo mulheres com o ciclo bem regular podem ter variações de alguns dias em determinados meses, sendo impossível determinar o dia exato da fecundação.
Já o teste laboratorial é feito através de analise de sangue e aponta a presença de uma fração do hormônio HCG, chamada de Beta (BHCG). É bastante sensível e preciso e pode ser realizado a qualquer hora, diferente de alguns testes de farmácia que devem ser realizados com a primeira urina do dia, que é mais concentrada.
A grande diferença é que o exame de sangue pode ser qualitativo ou quantitativo. O primeiro aponta apenas se o resultado é positivo ou negativo. Se o médico solicitar o exame quantitativo, é possível não apenas confirmar a gravidez como também avaliar a idade gestacional de acordo com a quantidade de hormônio encontrada.
O exame laboratorial considera que acima de 25 IU/l de HCG a mulher está gravida, enquanto a maioria dos exames de farmácia só detecta a presença do hormônio acima de 50 IU/I (alguns testes mais sensíveis conseguem detectar acima de 20 IU/I na urina). Em geral, o exame laboratorial pode ser realizado até de 12 dias após a ovulação. 
Diferente dos testes de farmácia, que mostram o resultado em apenas alguns minutos, o resultado do exame de sangue pode demorar algumas horas ou até dias, dependendo do laboratório onde foi realizado.
Há ainda outro exame, o de toque, feito pelo ginecologista no consultório, que pode detectar a gravidez. Geralmente o médico pode observar alguns sinais que indicam a gestação, como alterações na textura do colo uterino e no tamanho e formato do útero. Em casos de suspeita, o ginecologista costuma solicitar o exame laboratorial para confirmar a gestação.

domingo, 27 de maio de 2012

Adolescente e grávida


Ser adolescente é viver um período de transição entre criança e adulto, é vivenciar novas experiências, reformular a idéia que tem a respeito de si mesmo e transformar sua auto-imagem infantil. Ser adolescente é viver entre o "ser e não ser". É um período confuso, de contradições, doloroso, caracterizado muitas vezes por atritos de família, na escola, no ambiente em que vive. É quando o adolescente deve deixar de ser criança para entrar no mundo adulto, mundo este tão desejado, mas tão temido.
A adolescência é a fase da vida em que o indivíduo é criança em seus jogos, brincadeiras, e é adulto com seu corpo, com seus novos sentimentos e suas expectativas de futuro.
E é nesse turbilhão de emoções que normalmente a adolescente começa a entrar em contato com sua sexualidade. Portanto, a gestação na adolescência ocorre por falta de informação, por desconhecer os métodos anticoncepcionais, por não acreditar que realmente pode ficar grávida , por necessidade de agredir a família, por carência afetiva, por ansiar ter algo somente seu ou como penitência (inconsciente) por ter mantido relações proibidas.
E essa gravidez é de um modo geral enfrentada com muita dificuldade. É preciso entender que a adolescente não pode assumir o risco social de uma gravidez não planejada.
Já que a gravidez significa uma rápida passagem da situação de filha para mãe, do "querer colo" para o "dar colo". Nesta transição abrupta do seu papel de mulher ainda em formação para o de mulher-mãe, vive uma situação conflitiva e, em grande parte dos casos, penosa.
Normalmente, as adolescentes não identificam com facilidade os sintomas da gravidez e, muitas vezes, não a associam ao relacionamento sexual.
Nega a gravidez, espera a menstruação, vai ao banheiro toda hora achando que menstruou, acorda e pensa: hoje vai descer...e os dias passam.
O medo e a repressão social também fazem com que a adolescente esconda a gravidez e a barriga por causa desse medo, durante os primeiros três meses (os mais importantes da gestação) a adolescente não toma os cuidados básicos, o que pode ser um problema para ela e seu bebê. Ela não quer notar que seu corpo está diferente...toma chás, faz simpatias, promessas...e o tempo continua passando...
Passada a fase da negação, finalmente ela se dá conta de que um bebê está a caminho e normalmente está sozinha , já que o companheiro foge assustado, e a família a recrimina.
A cobrança dos pais e irmãos, abalará sua auto-estima, aumentando o seu sentimento de culpa, e ela, acuada, pode deixar de estudar e até de trabalhar.
Seu emocional é fortemente abalado, a gravidez é vivida como um momento de muitas perdas. É um corte em seu desenvolvimento, a perda da identidade, a interrupção nos estudos, a perda da confiabilidade da família, muitas vezes a perda do namorado que não quis assumir a gestação, perda de expectativa de futuro, e por fim, a perda da proteção familiar.
As adolescentes devem ser amparadas e cuidadas por todas as pessoas que as cercam (família, amigos, professores, médicos), e devem ser preparadas fisicamente e psicologicamente no pré-natal, tanto para o parto quanto para o puerpério e amamentação.
É importante que as pessoas que lidam com adolescentes tenham sensibilidade para perceber o adolescente em sua totalidade física e psicológica, respeitando suas origens, seu preconceitos e tabus.
Após o parto, é necessário que ela seja acolhida e amparada para que possa continuar sua vida e tomar conta desse filho que depende dela.
É importante que a adolescente tenha a oportunidade de juntar seus pedaços e de retomar seu papel de mulher, de adolescente e de cidadã. Precisa experimentar seu papel de mãe, e de se permitir ou não ter outros relacionamentos. Planejar sua atividade sexual, repensar sua vida escolar e profissional e desenvolver sua auto-estima para poder viver plenamente.
Fonte: Guia do Bebê

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sangramentos na gestação


Na verdade, existem diferentes motivos para ocorrer sangramentos durante a gravidez, alguns graves e outros relativamente comuns. Se notar sangue na calcinha, mesmo que o fluxo de sangue seja pequeno e que não haja dor, a mulher deve consultar seu médico ginecologista para fazer exames e avaliar seu estado e do bebê o mais depressa possível. Quando o sangramento ocorre no primeiro trimestre da gestação, geralmente, está relacionado com mudanças que acontecem no corpo da mulher. Ele pode ocorrer devido às alterações hormonais ou quando óvulo fecundado se acomoda no útero, rompendo alguns vasos sanguíneos. Outra hipótese é que a mulher sangre nos dias em que viria a sua menstruação caso não estivesse grávida. Nesses casos, o sangramento é pequeno e nem causa danos à mamãe ou ao bebê. Quando o sangramento é mais abundante ou vem acompanhado de fortes cólicas abdominais, pode ser um sinal de aborto espontâneo ou de gravidez ectópica, quando o embrião cresce nas trompas ao invés do útero. Nesse caso, a situação é mais preocupante e a gestante deve procurar imediatamente seu médico para que ele controle a situação. Já no final da gestação, a partir do terceiro trimestre, o sangramento vaginal pode ser sinal de um parto prematuro. Geralmente, quando isso ocorre, o médico indica que a gestante fique em repouso ou adiante a data do parto, dependendo da situação da mãe e do bebê. Para evitar sangramentos, a gestante deve evitar grandes esforços e fazer atividades físicas apenas com a orientação do médico ginecologista. É imprescindível também realizar um bom pré-natal para acompanhar sua saúde e do bebê durante todo o período.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Acho que estou grávida e menstruada ao mesmo tempo! É possível uma coisa dessas acontecer?



Uma vez que seu corpo comece a produzir a gonadotropina coriônica humana (hCG) -- o hormônio da gravidez -- e a gestação se estabeleça, o ciclo menstrual normalmente é interrompido, assim como a menstruação. 
O que ocorre é que muitas mulheres têm sangramentos no início da gravidez que podem se parecer muito com uma menstruação normal. Esse tipo de sangramento é conhecido como sangramento de escape ou spotting. Os primeiros sintomas da gravidez também podem ser muito parecidos com os da menstruação, até com um pouco de cólica. 
Sangramento também pode ocorrer quando o óvulo fertilizado se implanta na parede do útero, um processo que se inicia seis dias depois da fertilização. O sangramento de implantação ou nidação, porém, costuma ser bem mais leve que uma menstruação normal, durando um ou dois dias. 
Se você não tem certeza se está grávida ou não, o melhor é fazer logo um teste de gravidez. 
Com o teste positivo, o problema é que esses sangramentos podem dificultar a previsão da data do parto, já que os médicos normalmente trabalham com o primeiro dia da última menstruação para determinar a data de nascimento do bebê. Se isso não estiver claro, eles podem medir o útero para ter uma ideia melhor da data ou decidir realizar um ultrassom logo, já que se trata de um método mais preciso. 
Muitas mullheres que têm sangramentos no começo da gravidez acabam não tendo outros problemas e dando à luz sem complicações, mas não se pode negar que eles são motivo para ficar mais alerta. 
Podem, por exemplo, ser um primeiro sinal de um aborto espontâneo -- que, se confirmado, passa a incluir cólicas fortes e grande volume de sangue. 
Outro motivo para procurar ajuda médica sem demora é quando há dores intensas na parte baixa da barriga, especialmente de um lado só, porque pode ser sintoma de uma gravidez ectópica
Devido às possíveis complicações descritas acima, qualquer sangramento no começo da gestação deve ser avisado ao médico ou a um profissional de um pronto-socorro. 

Quando é que a minha menstruação vai voltar? Já faz 4 meses que tive bebê.

O fato de estar ou não amamentando é determinante para a volta dos ciclos menstruais normais depois do parto. Logo depois de dar à luz, a mulher tem um sangramento, que não é exatamente menstruação. 
Cada mulher é diferente, e a volta dos ciclos depende de cada corpo e de cada circunstância. Por isso, os parâmetros abaixo não são nada fixos, servem só para dar uma orientação. Se você estiver com dúvidas, converse com o ginecologista. 

Mães que amamentam: Um dos muitos benefícios da amamentação é manter a menstruação suspensa por um período maior. A mulher que dá o peito regularmente, tanto durante o dia quanto à noite, pode passar até um ano livre das cólicas, da TPM (tensão pré-menstrual) e dos absorventes. Isso, claro, depois do fim do sangramento normal pós-parto, que pode durar várias semanas. 
Se o bebê começa a dormir a noite inteira, pulando algumas mamadas, a menstruação volta mais cedo -- o mais comum é que isso aconteça quando ele tiver entre 3 e 8 meses. A mesma coisa acontece quando se complementa a alimentação do bebê com fórmula láctea. Ou seja: quanto mais o bebê mamar no peito, mais vai demorar para o ciclo menstrual voltar. 

Mães que não amamentam: Mulheres que não estão amamentando podem retomar os ciclos menstruais regulares já um mês depois do parto. Às vezes a menstruação demora dois ou três meses para voltar. 

Todas as mães: Nunca se esqueça de que o organismo libera o primeiro óvulo pós-parto antes de você menstruar, portanto não há como prever quando isso pode acontecer. Assim, se você não adotar um método anticoncepcional logo que começar a ter relações sexuais de novo, pode se ver grávida antes mesmo de voltar a menstruar. Esse tipo de surpresa não é incomum. 
Não se deixe levar pela história de que mães que amamentam não são férteis. Converse com o ginecologista e com seu parceiro para decidir qual é o melhor método para vocês. Alguns tipos de pílula não são adequados para a fase de amamentação.



Fonte: Babycenter

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Fecundação e Nidação

Tudo começa no ovário os folículos dentro das quais amadurecem uns caroçinhos chamados oócitos, que ao se desnvolverem transformam-se em óvulos.
Tudo começa no ovário, dentro dele formam - se bolhas - os folículos dentro das quais amadurecem uns caroçinhos chamados oócitos, que ao se desnvolverem transformam-se em óvulos.
Depois de se desenvolver este folículo se rompe na superfície do ovário (mais não estoura) e assim o óvulo e liberado. Assim o óvulo vagueia pelas trompas, e nesse momento as trompas começa a exercer movimentos que a percorrem toda, em ondulações rítmicas, no sentido do útero.
Mesmo com toda essa cooperação motora, ainda assim o óvulo de vez em quando se perde e fica vagueando pela cavidade abdominal, onde em casos raros, pode ser fecundado.
E agora vem a maior competição do mundo. Os espermatozoídes ejaculados na vagina ou ate mesmo alguns dentro do útero, com a velocidade média de 2 a 3 mm por minuto, nadam pelos líquidos da parede uterina até a entrada da trompa, e atravessam-na quase toda para interceptar o óvulo próximo do pavilhão da trompa. Todo o trajeto é feito em pouco mais que 1 hora.
Eles são atraídos por uma substancia que o óvulo libera, e nesse momento o óvulo é 85 mil vezes maior do que eles.
O processo de penetração dele dentro do óvulo dura cerca de 20 minutos, ele entra e só a cauda fica de fora. E agora começa a fusão dos núcleos.
Aproximadamente 20 horas depois da fusão, ocorre a 1° divisão celular, e a partir daí, a cada 12 ou 15 horas ocorre uma nova divisão, primeiro 4, depois 8 e depois 16..... Enquanto ocorre essa divisão o ovo caminha em direção ao útero, e este percurso é muito crítico, pois esta expostos aos ataques do sistema
imunológico da mãe.
''Pesquisas revelam que 1 em cada 3 óvulos fecundados não evoluem para uma gravidez, isto é, ele é expulso durante as 2 primeiras semanas, antes mesmo do atraso menstrual. Inumeras vezes isso passa despercebido pela mulher. A menstruação ocorre, podendo atrasar alguns dias e costuma ser mais abundante que o normal.''
Dias depois o ovo com as celulas ainda em multiplicação, faz a descida ao útero e começa a procurar um lugar para se fixar. Dentro do útero ele se transforma em uma bolha e dentro dessa bolha existe uma protuberancia (+ ou - do tamanho de uma cabeça de fósforo), quando ele faz contato com o endométrio as celulas dele, atacam as celulas do endometrio e as vão destruindo e se vão se alimentando delas. Ele (blastocisto) prossegue perfurando o endométrio e cava nele um verdadeiro ninho (por isso o nome nidação), em torno do 7° ao 10° dia após a fusão, ele fixa-se no endométrio (momento culminante da nidação) finalmente entra em contato com a mãe. 
Fonte: E-familynet

domingo, 1 de abril de 2012

Os diferentes tipos de secreção vaginal

Quer entender melhor como muda a secreção ou muco que sai da sua vagina durante o ciclo menstrual? As fotos a seguir vão ajudá-la a ficar de olho no momento certo para poder acompanhar, por conta própria, seus dias mais férteis. 
Você poderá examinar o muco passando papel higiênico na região vaginal ou introduzindo seu dedo limpo na vagina em direção ao colo do útero. Geralmente há mais secreção vaginal depois de se fazer cocô. 
Claro que o organismo de cada mulher funciona de uma maneira, então é possível que você não apresente todas as variações de muco cervical demonstradas abaixo. Não se preocupe, porque o importante é ter algum tipo de modificação no meio do ciclo. Descubra também outras formas de saber quando você está ovulando. 
E, se por um acaso, não quiser ter filhos, não se baseia somente na observação de secreções, já que este não é um método anticoncepcional garantido. 



Secreção com aspecto de clara de ovo: você está fértil
Depois que sua menstruação passar, talvez você note um aumento de secreção, que fica mais "molhada" e escorregadia após alguns dias. Secreção com aspecto de clara de ovo indica o tipo mais fértil de muco cervical. Esta secreção elástica permite que os espermatozoides nadem com toda a facilidade até o colo do útero. Não só a aparência é de clara de ovo crua, como também a textura do muco, que pode se esticar por até cinco centímetros sem quebrar no meio!
Secreção aguada: você está fértil
O muco cervical torna-se mais molhado e mais aguado na fase próxima à ovulação. Essa consistência permite aos espermatozoides se movimentarem rapidemente pelo colo do útero. Quando a secreção está aguada, às vezes dá a sensação de que escapou xixi na calcinha. O muco aguado é transparente e quase pinga ou escorrega pelos dedos.
Secreção turva: você não está fértil
Após a ovulação, o muco cervical não fica mais aguado ou escorregadio. Com aspecto cremoso, o muco não é mais considerado fértil porque restringe bastante a mobilidade dos espermatozoides. Nesta fase, a secreção pode ser esbranquiçada ou amarelada, grossa e tem o toque parecido ao de um creme hidratante entre os dedos.
Secreção pegajosa: você não está fértil
Nos dias que antecedem a menstruação, o muco cervical fica pegajoso ou grudento. É o período menos fértil do seu ciclo, com a secreção que lembra leite talhado. Os espermatozoides têm bem mais dificuldade de nadar neste meio.

Fonte: Babycenter