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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Piercing de umbigo para grávida? Sim existe!

Sim meninas, existe sim piercing de umbigo para as grávidas. Estava fazendo uma pesquisa no tio google e vi alguns modelos de piercings paras as grávidas. Sinceramente? Achei estranho kk mas super interessante pra mim é uma super novidade, nunca tinha visto antes. Vamos lá para as informações? Para quem ficou interessada tem mais modelos no tio google, basta da uma olhadinha lá. Eai você usaria? Deixe seu comentário. Beijoooos

Informações 

Uma jóia desenvolvida especialmente para umbigo de gestantes, o "Pregnancy Piercing (piercing para grávida) é feito com uma haste flexível, mais comprida que as jóias comuns, de um material não metálico e bio-compatível. Segundo o fabricante, o material é o mesmo usado em perfurações de superfícies mais profundas, chamadas de "surface piercing". A haste pode ser cortada do tamanho ideal da perfuração, e as duas esferas são removíveis. A maior vantagem dessa jóia no entanto é que ela pode permanecer no local mesmo durante o parto, pois não possui partes metálicas em sua composição. 

Modelos de alguns piercings para grávidas



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Veja as 5 desculpas mais usadas por ele para evitar a camisinha


Não importa o quanto ele é charmoso ou sexy sua saúde está em primeiro lugar e a camisinha é um item fundamental na hora do sexo. O site Your Tango listou as cinco maiores desculpas que eles inventam para não ter que usá-la. Confira e saiba como agir diante dessas situações.

"Prevenir a gravidez é responsabilidade da mulher"
Esta é uma desculpa antiga, mas não passa de uma besteira, uma vez que é preciso duas pessoas para se fazer um filho ou para espalhar vírus de HIV ou outras doenças. Se ele tem o hábito de usar camisinha, mas resolve parar de uma hora para outra, ele está pedindo que você assuma o risco. Insista e, se for o caso, procure usar camisinhas diferentes e inovadoras para estimular o uso.
"Não existe camisinha que sirva em mim"
Sim, existem homens que fazem este tipo de reclamação, enquanto muitas mulheres não percebem que é preciso sim estar atenta ao tamanho na hora da compra. No entanto, essa desculpa não é justificável, uma vez que o mercado de preservativos oferece uma enorme variedade de tamanhos, cores e sabores.
"O sexo é muito melhor sem camisinha"
Talvez essa desculpa reflita um interesse genuíno do homem em fazer com que os dois se sintam bem durante a relação ¿ ou ainda pode ser um mero pretexto para não ter que usar a camisinha. No entanto, pensar em sífilis, gonorreia e herpes é algo ainda mais importante do que pensar na sensação. A desculpa não é válida porque o sexo pode até ser melhor com a camisinha, uma vez que ambos se sentirão seguros de que não pegaram doenças ou enfrentarão uma gravidez. O ideal é pensar na camisinha como um simples acessório. Muitas delas possuem formas e texturas que podem até mesmo aumentar a lubrificação e o prazer para ambos.
"Camisinhas têm cheiro e gosto"
Essa é uma desculpa muito antiga. O cheiro forte de látex de fato foi uma reclamação muito relevante por muitos anos ¿ e, com isso, a indústria dos preservativos ouviu os consumidores. Atualmente, existem inclusive algumas linhas que têm gostos e cheiros especialmente para combater essa impressão negativa.
"Confia em mim"
Cuidado, essa frase lidera a lista de desculpas. E infelizmente é a mais comum de todas. Lembre-se que usar a camisinha mostra que ambos estão preocupados com si próprios, e também com o parceiro. Fazer sexo sem ela não significa que o casal irá construir intimidade. Ao contrário: é algo que pode ocorrer como resultado de uma confiança já conquistada. Saber que o seu parceiro não quer uma gravidez indesejada, ou transmitir uma doença, é o primeiro passo para se construir a intimidade entre os dois. Não ceda. O resultado disso será um sexo seguro e com muito prazer.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Meu Sumiço & Novidades


Oi minhas lady mães mais lindas como estão? Eu vou bem. Sim eu sei que sumir mais por motivos de trabalho e escola mesmo, mais agora estou de volta não se preocupe e estou voltando com várias novidades e espero que vocês gostem fiquem no aguardem e leia os blogger todos os dias que várias novidades vão vim aí. Vou fazer um retrospectiva 2012 e irei posta fotos das mamães e bebês do ano e claro iremos fazer um concurso "Bebê do ano" onde vai ser o nosso bebê do ano do nosso blogger. E prometo que não irei fica muito tempo sem posta logo em seguida irei posta uma entrevista com a Ingrid Ferreira lembra dela? A mamãe do Davi do blogger Um amor sem limites, meu Davi. Sim ela mesma irei postar uma entrevista de como está sendo a vida dela agora como mãe, fiquem no aguardem que logo logo irei postar. Beijoos e até mais. 

sábado, 9 de junho de 2012

Importância da amamentação para a formação da face


Amamentação materna contribui para o crescimento dos músculos e ossos faciais do bebê

Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados no ano passado, as mamães curitibanas amamentam seus bebês no peito por cerca de 10 meses, tempo inferior à média nacional que é de 11 meses. Por outro lado, o índice de aleitamento na primeira hora de vida é de 71,2%, enquanto a média nacional é de 67,7%. “A amamentação materna é de extrema importância, pois desenvolve e fortalece a musculatura orofacial e contribui no desenvolvimento da região dentofacial”, ressalta Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista-facial da Köhler Ortofacial.
Com a amamentação, o bebê aprende a respirar e a realizar as funções de mastigação e deglutição corretamente. Durante os intervalos da sucção do leite, toda a musculatura é fortalecida. “Quanto mais o bebê puder mamar no seio da mãe, melhor será seu desenvolvimento. Os dentes decíduos (de leite) começam a aparecer mais tarde, por volta dos 6 meses, ocasião em que já há o crescimento facial necessário para tal”, explica o especialista.
De acordo com a fonoaudióloga Nilse Waltrick Köhler, especialista em Distúrbios Miofuncionais da Face da Köhler Ortofacial, o ato de mamar é que dá início a toda a dinâmica da cadeianeuromuscular das estruturas que fazem parte das funções de fonação, mastigação, respiração e deglutição. “Este sistema está totalmente ligado aos componentes do rosto e ao sistema respiratório”, acrescenta. 
Os estímulos feitos pela sucção estimulam a mandíbula, auxiliando no seu crescimento e no prepara para o futuro processo de mastigação. Nilse esclarece que a sucção é considerada a primeira fase que precede a mastigação e se ela não for realizada no tempo devido e da forma correta pode prejudicar o desenvolvimento das estruturas faciais. “As alterações nas funções respiratórias e de deglutição são nocivas e causam crescimento facial inadequado”, aponta a fonoaudióloga.
Gerson destaca que todo o comportamento motor neuromuscular da face é comandado pela sucção,  deglutição e respiração e por isso o aleitamento materno se torna fundamental no desenvolvimento harmônico e estético da face. “A amamentação contribui tanto na área nutricional quanto na afetiva e no crescimento muscular e ósseo do bebê”, acrescenta.
Quanto ao uso de mamadeira e chupeta, Nilse alerta que a criança pode adquirir hábitos inadequados, como respirar pela boca – o que altera o crescimento e desenvolvimento da face e causa distúrbios miofuncionais. “As chupetas artificiais acabam confundindo o bebê, ocasionando o mal posicionamento da língua no seio, reduzindo a quantidade de leite e consequentemente o desmame precoce”, observa.
Além disso, há outros danos como a falta de estímulo da musculatura orofacial – quando o bico da chupeta está muito aberto e a criança apenas engole o leite, sem exercitar os músculos – ou excesso de trabalho muscular, quando o bico é muito fechado e o bebê tensiona os músculos errados. “Isto acaba tornando as arcadas dentárias pequenas, sem espaço para os dentes e a língua”, complementa Gerson.
Nilse observa ainda que é através da sucção do leite materno que o bebê exercita e fortalece os músculos responsáveis pela articulação das palavras. “A língua, os lábios e a bochecha precisam ser estimulados para que a criança consiga - na época certa - falar corretamente”, finaliza.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Motivo da minha ausência.

Bom meninas para as minhas blogueiras lindas que estão sempre lendo meus poste deve ter notado que estou meio sumida. Sim, não é impressão realmente estou sumida #bua mas por uma boa causa. Comecei a trabalhar na experiencia de Jovem Aprendiz em uma concessionaria de carros, mas ainda estou fazendo trenamento no Senac lá pro finalzinho de outubro vou exerce na empresa. Bom é um passo muito importante na minha vida né afinal é o primeiro emprego e assim começa a garantir um futuro pro meu bebê *--* /Ainda não estou grávida mas em breve lá pra 2014 kk/. "Ah Karine mas o Jovem Aprendiz trabalha meio turno". Sim realmente mas eu estudo pela manhã e trabalho pela tarde kk, pego as 14h e saio as 18h aí vem aquele caos pega ônibus, engarrafamento, af é horrível e isso cansa bastante né meninas ainda mas que a noite eu tenho que dá atenção ao meu namorado, e por incrível que pareça sempre que chego que tomo banho, janto, fico caindo de sono '-' é cansaço u.u. Bom meninas esse é o motivo da minha ausência, espero que vocês entendam mas não se preocupe vou está sempre entrando no blog pra posta e prometo não deixa vocês na mão kk. Então é isso minhas florzinhas espero que vocês entendam, afinal isso é muito importante para mim. Beijokas para todas e até a próxima se Deus quiser.

domingo, 3 de junho de 2012

Parto público e privado - Parto


O parto na rede pública, e privada com e sem plano de saúde
Os procedimentos, condutas hospitalares e direitos da mulher em relação ao parto não se diferem nos hospitais públicos, privados ou com plano de saúde. A diferença está no poder aquisitivo e nos tipos de parto realizados.
As maternidades privadas estão ficando cada vez mais parecidas com hotéis de luxo. Enquanto isso, é cada vez mais comum verificar na rede pública desde a falta de leitos, mulheres em peregrinação por vários hospitais para encontrar uma vaga, falta de recursos humanos, tratamentos absolutamente desumanos e sem qualquer estrutura para atender uma parturiente até maternidades modelo com programas premiados de humanização do parto.
Esse é apenas um dos reflexos da desigualdade social que impera no país, fazendo do Brasil o segundo país do mundo com maior diferença de renda.
Cesariana em alta nas privadas - Mas é no tipo de parto realizado por essas maternidades que está a grande diferença. Na rede privada, a taxa de parto cesárea chega a quase 80%. Os índices mais altos estão na rede privada com plano de saúde.
Já nos hospitais e maternidades da rede pública, as taxas de cesariana caem para 27.5%. Esses dados são apontados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão governamental que regula a ação das operadoras de planos no País.
Pela Organização Mundial da Saúde, a recomendação é de que as cesarianas representem 15% dos partos. Mesmo nos hospitais públicos, o Brasil tem um índice muito alto de partos cesáreas. Isso mostra o quanto o país ainda está distante de oferecer uma assistência de qualidade à mulher.
Se o cálculo da idade gestacional do bebê for malfeito, o parto cesárea será feito antes da hora e o bebê nascerá prematuro, podendo trazer complicações no pós-parto como distúrbios respiratórios. Bebês de 37 a 38 semanas têm 120 vezes mais chances de apresentar a síndrome da angústia respiratória do que aqueles de 39 semanas. No parto normal, você tem certeza que ele está nascendo na época adequada.
O risco de morte materna em partos cesárea aumenta em 2,8 vezes em relação ao parto normal. A mãe também pode sofrer hemorragia e infecção puerperal. Sua recuperação é mais demorada do que no parto normal e sua estadia no hospital é maior.
O parto cesárea só deve ser realizado em situação de risco para a mãe ou para o feto ou se o trabalho de parto se estender excessivamente.
Opção pela cesariana - Os motivos para o elevado índice do parto cesárea são por comodidade da mãe e do médico que controlam a situação do parto, marcando dia e horário para o nascimento, diferentemente do parto normal, em que a natureza determina o dia e horário.
Outro motivo é o financeiro. Muitas instituições privadas têm como objetivo o lucro em detrimento de assistência e, portanto, o parto cesárea é mais lucrativo.
Já os médicos no Brasil geralmente são mal-remunerados, principalmente os que são conveniados com os planos de saúde, e por isso precisam trabalha em mais de um lugar. Por prestarem serviços em vários lugares, não têm tempo de ficar monitorando as parturientes nas seis ou mais horas de trabalho de parto de um parto normal.
O pagamento pelos convênios ou mesmo pelos pacientes particulares é maior com o parto cesárea e além de tudo é mais rápido. Assim o médico faz mais partos com maior lucratividade. Isso já não acontece na rede pública, onde o valor do pagamento pelos partos é o mesmo para normal e para a cesariana.
Além da comodidade, as mulheres preferem o parto cesárea por medo da dor do parto e os médicos cedem a pressão. Um bom pré-natal esclarecendo todas as dúvidas e mitos, inseguranças e medo da hora do parto com um obstetra que apóie o parto normal dará tranqüilidade e segurança para a mulher na hora de dar à luz e isto por si só já ameniza a dor.
Mas se a dor do parto normal for insuportável, a parturiente pode pedir a anestesia peridural onde as contrações continuarão, mas a dor não será mais sentida.
Como a necessidade de economia na rede pública é grande, a tendência é não abusar da tecnologia. Essa economia traz vantagens para a mãe e o bebê onde é a natureza que tem o controle do parto e o médico está presente para acompanhamento e intervenção só se for preciso. Mas a principal razão da queda no número de cesáreas foi as medidas tomadas pelo Ministério da Saúde para incentivar a realização de partos normais.
Os planos de saúde poderiam ajudar a reverter os altos índices de cesarianas oferecendo mais estímulo ao médico tanto do ponto de vista financeiro, pagando melhor o parto normal, como no aspecto de humanização do parto.
Cabe ao médico indicar o tipo de parto mais adequado para cada mulher e a gestante deve aceitar ou de questionar a escolha. Mas se a gestante pode ter o seu filho de parto normal e o médico indica a cesárea, há um desrespeito ao direito da mulher.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Apoio social a adolescentes grávidas ainda é frágil


Pesquisa mostra que a mãe da adolescente é a principal fonte de apoio e que amigos costumam se afastar.

Estudo realizado pelo Programa de Pós-Graduação em “Enfermagem em Saúde Pública”da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) analisou a rede e o apoio social disponíveis às adolescentes em período de maternidade. A terapeuta ocupacional Iara Falleiros Braga acompanhou vinte jovens residentes do bairro Jardim Aeroporto que vivenciaram a maternidade. Elas tinham  entre 14 e 19 anos e se utilizavam da Unidade Básica de Saúde (UBS) da região, que fica em um bairro periférico de Ribeirão Preto. “Busquei compreender a composição da rede social e do apoio social, principalmente no contexto da família, amigos, trabalho e estudos e com a comunidade. A importância de entender a rede social é conseguir aprimorá-la e dar mais assistência às adolescentes que se tornam mães”, diz Iara.
O início do interesse da pesquisadora pelo tema se deu quando ela ingressou no Núcleo de Estudo em Ensino e Pesquisa do Programa de Assistência Primária de Saúde Escolar, o PROASE. O núcleo é coordenado pelas professoras Marta Angélica Iossi Silva — orientadora da dissertação — e Maria das Graças Bonfim de Carvalho, e é um trabalho de extensão à comunidade de Ribeirão Preto, desenvolvido pela EERP desde 1985.
Em um levantamento feito sobre a quantidade de nascimentos e da quantidade de adolescentes que tiveram filhos no ano de 2010, a UBS do Jardim Aeroporto foi a que apresentou a maior proporção de jovens mães. “Diante da relevância da temática, eu resolvi chegar até essas adolescentes e ver como se constituíam suas redes sociais durante a maternidade”.
Mapa
Sempre acompanhada de uma agente de saúde ou de uma enfermeira da unidade, Iara foi até as casas das meninas para explicar-lhes o projeto e convidá-las a participarem. Ela apresentou o Mapa das Redes, desenvolvido por um pesquisador argentino Carlos Sluzki e utilizado por Iara para definir a rede de influências exercida sobre as meninas. “O mapa é composto por quatro quadrantes: família, trabalho e estudo, amigos e comunidade. Dentro desses grupos, elas podiam definir as pessoas que consideravam ter relações íntimas, relações sociais, com contato social ou apenas uma relação entre conhecidos”, explica.
Ficou claro que a figura da mãe é a mais presente no quadrante da família, a principal fonte de apoio social. A rede dos amigos se mostrou mais fragilizada e dos estudos e do trabalho mais ainda. “Pouquíssimas adolescentes disseram ter recebido apoio nesse quadrante. E algumas disseram ter recebido apoio no início, mas que depois do nascimento da criança ocorreu um afastamento natural”. No quadrante da comunidade, algumas das fontes de apoio foram igrejas e a própria assistência social.
O que Iara destaca é que todas as adolescentes tiveram acesso ao pré-natal e aos exames indispensáveis às grávidas, como ultrassom e coleta de sangue regular.
“No quadrante da família, é possível dizer que elas receberam bastante apoio, inclusive financeiro. Já no quadrante da saúde, apesar do acesso aos cuidados médicos, achamos que poderia ter acontecido uma ligação mais forte dos profissionais com as adolescentes, como a criação de um grupo com explicações preventivas”, observa Iara. O contato entre as adolescentes poderia ser benéfico nesse período de mudanças e poderia ser realizado na unidade de saúde, só é preciso que haja iniciativa para a criação. “A maioria delas disse que, depois do nascimento da criança, as amigas se distanciaram. Então existe a necessidade da criação de novos vínculos de amizade.”
Além disso, falta orientação. Muitas não sabem a forma adequada de exigir seus direitos, como a pensão alimentícia obrigatória dos pais ou o direito à creche, que é de difícil acesso na região. Íris (nome fictício), de 19 anos, disse que demorou muito tempo para conseguir o bolsa família. “Demorou seis meses para liberar (o bolsa família) (…) Agora eu fui atrás, quando fiquei grávida. Eles falaram que minha pasta não tinha sido enviada”, disse ela, que já é mãe de dois filhos, à pesquisadora.
A pesquisa aponta uma falta de articulação na rede social, que poderia estar mais fortalecida. Ela tinha de agir no sentido de promover apoio, contribuindo para o acesso aos serviços de fato, garantindo a efetivação dos direitos e potencializando a qualidade de vida das adolescentes.
Fonte: Guia do bebê

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Por que a Funchicórea foi proibida?


Muito utilizado para combater as cólicas em bebês, o medicamento teve registro cancelado pela ANVISA.

Existem aquelas receitinhas que passam de geração para geração e que nossas mamães sempre empregam como argumento o “usa que minha avó já receitava e dava certo”. A funchicórea é uma dessas receitas para libertar os bebês das cólicas que assombram a maioria das mamães. Mas seu registro foi cancelado pela Vigilância Sanitária.
O “pó milagroso” tem na sua fórmula folhas de chicórea, raiz de ruibarbo e flores de funcho. Tem também a sacarina, que causa o sabor adocicado ao remédio. O pó deveria ser dissolvido em água e o bebê sugar a chupeta mergulhada nessa água.
O motivo da proibição da venda da funchicórea dado pela ANVISA é a falta de comprovação da segurança e eficácia do medicamento para os fins relatados no rótulo – combater as cólicas nos primeiros meses de vida. O processo de cancelamento estava em andamento desde 2005 e teve a decisão final em 06 de fevereiro de 2012.
O medicamento é usado há mais de 70 anos, mas não existe nenhum estudo científico que comprove a eficácia da funchicórea contra as cólicas. Diretores do Laboratório que era autorizado pela venda da funchicórea dizem que novos estudos devem ser feitos, pois em pesquisas feitas pelo próprio laboratório indicam que o extrato da planta não é eficaz contra as cólicas. O laboratório continuará com os estudos para a recuperação da autorização da venda.
Se não há comprovação da eficácia da funchicórea, muitos pais se perguntam como é que o remédio diminuía as cólicas em muitos casos e por isso era sucesso entre as mamães há mais de 72 anos?
O que os médicos afirmam é que funcionava como um “remédio psicológico aos pais”. Explica-se: a família oferecia o remédio para a criança com cólica e ficava tranquila, pois havia a sensação de que algo já tinha sido feito. O sabor adocicado tirava a atenção do bebê da dor para o gosto prazeroso do doce e assim o bebê se acalmava momentaneamente.
A cólica nos três primeiros meses de vida do bebê é normal por causa da imaturidade do sistema digestivo e assim há dificuldade em digerir alguns componentes do leite levando à dor. Não há nenhum medicamento comprovado cientificamente que combata essas cólicas.
Algumas dicas podem ser levadas para evitar as cólicas. Leite materno é sempre a melhor pedida, pois a sua digestão é mais fácil. A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de vida sem a inclusão de água ou chás que também não resolvem as cólicas.
Não há nada provado que a alimentação materna interfira nas cólicas do bebê. A mamãe não deve restringir a sua alimentação por conta disso. As mamães devem ficar preocupadas e procurarem um médico quando o choro das cólicas vier acompanhado por febre, evacuação com sangue e diarreia.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Jovem de 15 anos tem que esperar 15h por parto e bebê morre


Uma adolescente de 15 anos grávida de 9 meses perdeu o bebê enquanto esperava pelo parto no Hospital do Mandaqui, na Zona Norte de São Paulox, nesta quarta-feira (4), segundo a família dela. Ela esperou mais de 15 horas na sala pré-parto, ainda de acordo com os familiares.
A família conta que levou a jovem primeiramente ao Hospital de Vila Nova Cachoeirinha, onde a adolescente foi orientada a voltar para casa, pois ainda não era hora de o bebê nascer. Para tirar a dúvida, a jovem foi levada para o Hospital do Mandaqui.
A sogra da adolescente, Iranilda de Souza, disse que a bolsa estourou logo depois que ela chegou ao hospital, na noite de terça-feira (3). A jovem ficou 15 horas na sala pré-parto. Iranilda gravou, com um celular, a conversa que teve com a médica dentro do hospital. A profissional afirmou que o coração do bebê ainda batia às 15h desta quarta. A morte foi confirmada duas horas depois, às 17h.
“Não era gravidez de risco, a gente tem todos os exames em mãos, estava tudo bem com o neném. Eu fui para lá para pegar meu neto nos braços e trazer para casa”, disse Iranilda.
O pai do bebê tem 19 anos, e agora quer saber o que aconteceu com o filho. No documento que recebeu do hospital, consta que a causa da morte ainda será esclarecida. “Eu perguntava para os médicos quando a gente passava, se estava tudo bem, eles falavam ‘seu filho está saudável, está tudo bem’. De uma hora para outra meu filho faleceu, não tem uma explicação”, afirmou Ricardo de Souza.
A Secretaria de Estado da Saúde informou que a adolescente não chegou em trabalho de parto e que não tinha dilatação. Mesmo assim, foi internada. A direção do Hospital do Mandaqui disse que vai investigar o que aconteceu.
Fonte: Meio Norte

quinta-feira, 29 de março de 2012

Um absurdo!!


Adolescente grávida é encontrada morta às margens da BR-116, em MG

Vítima tinha 15 anos e estava com seis meses de gestação.Segundo a polícia, pai do bebê é o principal suspeito do crime.

Uma adolescente grávida de seis meses foi encontrada morta nesta terça-feira (27) às margens da BR-116, em Miradouro, na Zona da Mata em Minas Gerais. De acordo com a Polícia Civil, a jovem de 15 anos havia desaparecido neste sábado (24), em São Francisco do Glória. As buscas começaram quase 24 horas depois.

Segundo a Polícia Militar (PM), o suspeito é um jovem de 18 anos, que seria pai do filho que a vítima esperava. Testemunhas relataram a polícia que ele fez várias ameaças a adolescente porque não queria ter o filho e não aceitava pagar pensão alimentícia. “Eles tiveram uma discussão na praça ali. O colega dela veio comentar comigo que ele mandou ela morrer e ir para o inferno, com criança e tudo. Só disso que eu fiquei sabendo”, afirmou a mãe da adolescente Flávia Paula de Oliveira.
 A PM informou que o jovem foi ouvido e liberado. A corporação ouviu um amigo do suspeito que teria emprestado o carro para ele no dia do crime. O veículo foi apreendido. De acordo com o sargento da Polícia Militar Sebastião Ranquine, o carro estava com marcas de sangue. O militar disse ainda que o suspeito ameaçou o dono do veículo dizendo: “matei aquela peste se você abrir o bico você morre. Tenho contatos. Mesmo se eu for preso, de dentro da cadeia, eu mando te matar”.

Um mandado de prisão foi expedido contra o suspeito. Até o horário de publicação dessa matéria, ele não havia sido preso. O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Muriaé. Laudos preliminares da perícia informaram que a adolescente foi asfixiada e morreu com traumatismo craniano. 




Fonte: G1